quarta-feira, 1 de maio de 2019

"Não" ao auxílio não refletiu em devolução

Até o fim da tarde desta terça-feira (30), nenhum dos assessores dos dois vereadores que votaram contra a concessão do auxílio-alimentação complementar a servidores efetivos e comissionados da Câmara tinham devolvido a primeira parcela de R$ 1.200 paga cinco dias antes, 25 de abril. A informação foi obtida junto ao setor de contabilidade da Casa.

Duca (E) e Manão (D), em solenidade
na Câmara (CV/ Divulgação)
O “gancho” desta publicação é o de que a devolução dos valores corroboraria as posições dos vereadores Christopher Camargo de Oliveira, o Chris Manão (MDB), e Edson Eduardo Rita, o Duca (PP), na votação do Projeto de Lei 31/2019, dia 11 de abril. Ambos foram derrotados por quatro votos favoráveis à proposta apresentada pela Mesa Diretora. O PL foi sancionado um dia depois pelo Prefeito

Questionados se seus dois assessores consideravam devolver a primeira parte dos R$ 3.600 (serão três parcelas), um dos vereadores se manifestou.

“Não respondo por eles, mas até onde ouvi deles, não retornará em dinheiro. Parece que vão doar. Até onde sei, em obras para o bem da cidade”, disse Manão. 

Duca confirmou a visualização da pergunta, enviada por WhatsApp, com um “boa tarde”, mas não respondeu.

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