Querendo, o vereador Edinho da Casa Azul (PP) já pode nomear seu mais novo “Assessor de Gabinete II”. A lei que cria o cargo (nº 2.720) foi sancionada pelo Executivo terça-feira (12).
O próprio Edinho, Léo da Agroléo (Podemos) e Adriel (MDB), todos membros da Mesa Diretora, haviam apresentado o então projeto de lei (nº44) em 30 de agosto. O texto foi à votação em regime de urgência no último dia 5.
Resultado: Fernando Ledoux (PP), Professor Rangel (PP), Sérgio Amaral (Cidadania) e Mira da Estiva (MDB), votaram a favor, acompanhando os três autores; Cafu (Cidadania) e Raulino (PL) votaram contra.
Durante a discussão que precede a votação, o vereador-atleta, o primeiro (Cafu), confrontou verbalmente recente pedido que a presidência do Legislativo teria feito — para que os vereadores se esforçassem para reduzir despesas — com os custos que representarão a criação do novo cargo:
- 2023 (set. a dez) = R$ 35.401,08
- 2024 = R$ 119.274,47
- 2025 = R$ 130.875,07
O trio autor da proposta justificou assim o novo cargo ao apresentar o então PL 44/2023:
— O volume e a complexidade das demandas dirigidas ao gabinete têm crescido exponencialmente (...) Certas funções dentro do gabinete necessitam de expertise técnica e conhecimento especializado (...) A figura de um assessor especializado proporciona essa competência técnica, assegurando qualidade e precisão nas atividades (...)
O novo contratado pelo gabinete da vice-presidência terá a atribuição de coordenar atividades administrativas e legislativas, "a exemplo do que se têm nos gabinetes de vice-prefeitos e vice-presidentes do Poder Legislativo em outras esferas governamentais", contextualizaram, no PL, Léo (presidente), Edinho (vice) e Adriel (secretário).
No lugar de Edinho, ano que vem, estará o atual secretário, Adirel. Edinho substituirá Léo na presidência. Ele foi eleito em março, após antecipação da eleição da Mesa Diretora em oito meses.
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| Mira (2° secretário), Profº Rangel (1°sec.), Edinho e Adriel |
