Eu estava pensando que a rampa da Prainha seria construída em outro lugar. Mas, não. Só não será. As duas do Ervino têm planos mantidos.
O motivo da demolição do que já havia sido construído da passarela de acesso, dias atrás, deveu-se ao ciclone da segunda semana de setembro. Foi o que informou o governo municipal segunda passada, dia 25.
Mas, Bottini, não daria para refazer, ou transferir a rampa para outro ponto da Praia da Saudade?
Bom, a Prefeitura informou no mesmo dia que uma portaria federal de 2016 aponta que “não seria possível realizar alterações no projeto para que fosse garantida sua funcionalidade”.
O prazo para a conclusão das rampas do Ervino foi esticado de 29 de julho para 29 de outubro. Não houve aditivo de valor. Os serviços estão sendo executados pela LL Soluções e Serviços Eirelli.
Tanto quanto as pancadas de ondas sofridas pelo embrião de rampa durante o fenômeno meteorológico do mês passado, a localização dela igualmente já vinha motivando pancadas na gestão Godofredo, conveniada com o Ministério do Turismo para a realização do projeto.
Um integrante do governo me contou meses atrás que gente lá de dentro, mesmo, temia pela integridade do que sequer chegou a ser uma rampa para beneficiar especialmente cadeirantes. Até a turma de Joinville, com menos familiaridade com marés, ventos e ressacas tem na memória que há dias no ano em que as ondas “beijam” a mureta da Prainha com a mesma delicadeza dispensada por atendentes de alguns comércios da cidade.
Eu só esqueci de perguntar o que será feito com o dinheiro que seria utilizado nessa rampa que não vingou.

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